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quarta-feira, 30 de abril de 2008

Pronomes...


Esse blog está recheado de EU, MEU, MIM.
Pode parecer narcisista, talvez seja mesmo, mas eu, meu corpo, meus sentidos, minha mente, são os aparatos de que disponho para sentir o mundo... É assim, a minha perspectiva das coisas...
Acontece que isso aqui é pra ser uma conversa, mas, começa sempre num monólogo.
Quem começa a conversa sou sempre EU, afinal, essse espaço é MEU, mas você bem que pode vir aqui deixar seu palpite pra MIM.
Como gosto mesmo é de gente, bom mesmo é quando NÓS compartilhamos tudo isso!
Abaixo o bloco de um só!

quinta-feira, 20 de março de 2008

Regime jurídico





Hahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahaha!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Hoje já vieram me perguntar pq os comentários são moderados. Pq tem que ter uma conta (do Google) pra poder comentar...
Simples:
É só pq isso aqui não é uma anarquia.
A soberania dessa bagaça é minha, sim isso não é uma democracia também. Talvez uma semi...
Não acredito em anarquia, pq o povo não está preparado pra isso. Gostaria muito de ver funcionar... Mas aqui não! :D
Precisa se identificar sim. Pq no anonimato qualquer um fica "corajoso". Pq eu gosto mais de quem se assume no que fala, no que pensa e no que sente. Que tem demais em se expor?!
Não precisa fazer média pra me agradar, não precisa concordar comigo, aliás, adoro novos pontos de vista...
Isso foi só um cuidado, pq eu não vou deixar spammer perturbar, nem FDP usar do excesso de liberdade para ofender ninguém.
No mais, tagarelem à vontade, que quero mais é que isso aqui vire uma conversa interminável, daquelas de buteco que acabam só quando raiam o sol e já com data marcada pra próxima. Não sou dada a monólogos...
Eu quero todos os que gosto no meu quintal e esse espaço é só mais um pretexto pra isso. ;)



PQP! Não tem emoticons nos recursos dessa bagaça... :(

segunda-feira, 17 de março de 2008

Esqueçamos as preposições, compenetremo-nos nas posições...

Esqueçamos as preposições, aqui a gente se liga mas é de outro jeito... E dá-lhe imaginação. Sem normas. Concordância?! Basta que haja no respeito ao outro...
Já disse o dramaturgo que "toda unanimidade é burra", pra que restringir então, se temos um zoológico todo?! :D
E viva a diversidade!
Comprenetremo-nos nas posições, que sejam variadas, confortáveis e agradáveis. Não tem lugar marcado não.
Liberdade de expressão, suruba bloguística!
Preposições, posições, isso tá ficando quente! E olha que essas foram só as preliminares, aguardem todos adjuntos que logo vem mais. Sem conjução (carnal), que sempre tem alguma criança abusada acordada a essa hora... :D
Mas fundindo tudo o que for idéia, pq "nóis sofre, mas nóis goza"! (Nem que for da cara de alguém...)

domingo, 16 de março de 2008

Os verbos...

Sabe-se lá o que é a vida, uma vez que, "tudo depende do referencial teórico"...
Gosto de vê-la sob a ótica da escrita... Pode a vida ser um breve verso, uma poesia inacabada, uma crônica, daquelas de dor igualmente crônica, um romance rasgado, uma comédia escrachada, um pastelão, um drama oteliano, tudo o que cada um se permita. Tanto faz o "portador", o gênero, se tem uma só linha, quantos parágrafos ou folhas; se em prosa, verso, onomatopéia...
Só há de fato um sujeito pra cada uma, simples, embora composto de muitas facetas, cercado de objetos, cuja direção é incerta, mais de indiretos do que diretos, nessa frase, período, canção, tumulto, ou afim...
O objeto direto de hoje pode amanhecer obsoleto na sintaxe de amanhã...
Mas enfim, há que se observar o sujeito, esse, que se liga aos objetos através de um verbo. Por hora esqueçamos as preposições.

Ah! O verbo, essa ponte, que faz a ligação entre mundos, entre os sujeitos e os objetos e entre um sujeito e outro, cada vez mais ou menos sujeitos a uma ligação...
Falando em verbo, em ligação, em trama, em rede, fui eu pega pela rede. Meio assim, querendo e ao mesmo tempo esquecida de querer... E eis-me aqui, sujeita, assim definida pelo artigo feminino, simples, (guardadas todas as devidas proporções e desproporções de complicações cabíveis nesse tico...), às vezes oculta, às vezes "amostrada" demais, única habitante desse metro e sessenta e coisa, a conjugar um novo verbo. É, conjugar, essa tarefa inexorável que a gente assume desde que nasce, até sem perceber, conjugar verbos...

Então, estou de estréia nessa conjugação verbal, BLOGAR... E como não poderia ser de outra maneira, assim, sem aviso, sem tempo pra pensar, sem ensaio, sem cerimônia. De repente eu ganhei esse espaço de presente e sem nem assumir o terreno, já estava ele até no mapa. Então, o jeito é o de sempre, não me fazer de rogada e bóra lá.

Agora quem quiser que agüente, pq a prolixia aguda agora é que se croniciza de vez...