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terça-feira, 24 de janeiro de 2012


Tudo gira, tudo muda e ao mesmo tempo, não sai do lugar, até sair de novo, girar de novo, mudar de novo e lá vai, tudo de novo e de novo... Espiral, vertigem, escada, viagem, viver...

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009




Recentemente, numa retrospectiva, notei que era mais feliz quando era firme e algumas pessoas simplesmente tinham medo até de chegar perto de mim.
Pois é, afastava gente chata sem nenhum trabalho para tanto, aproveitadores não me tinham como alvo, falsos amigos não tinham espaço.
Essa coisa de agradar todo mundo, de tentar conciliar, de usar palavras mais brandas, ou de deixar passar, de brincar de Poliana, não foram funcionais não. Aliás, nem um pouco.
Daqui pra frente, é ter os dois olhos muito bem abertos e, o terceiro, o "místico", bem fechadinho. Que aqui não!
Intuição bem ativada, língua afiada e bóra lá.
Quem falar o que quiser, que se prepare para escutar o que não quer. Agora, é na base do "minha atitude depende da sua".
Para os amigos, aqueles que são e sempre foram verdadeiros, continua como sempre foi.
Pra quem está chegando agora, aperte os cintos e boa viagem. Ou, "hasta la vista, baby!"
Nem adianta rezar, que a DeMonyA tá de volta!

Todo mundo quer ser aceito, claro. Mas não me interessa ser aceita como não sou. Não vou mais me trair, me mutilar, nem exigir de mim uma coerência que não é humana. Eu não SOU coisa alguma, eu ESTOU uma porção de sentimentos, sensações, emoções, comportamentos a cada dia.
É assim que é, e pronto!

Desapegar é bom...




Fim de ano é uma época boa pra gente se livrar de tudo aquilo que não se quer mais na vida, não se usa mais... Hoje comecei a faxina pelo virtual.
Apaguei todos os perfis em redes sociais que estavam lá, só ocupando lugar no cyber espaço... Lá se foram Gazzag, que, aliás, agora é Octopop e eu nem sabia... Hi5, Tagged, Limão, Plaxo. Agenda na Web: Unyk.
Agora restou só o que uso mesmo, Orkut, Multiply, Twitter, Facebook, Myspace. MSN (que nem uso tanto assim), dois E-mails no UOL, mais um no hotmail, um no Gmail e um no Ymail. Continuo em dois ou três grupos de discussão em que, tecnicamente, participo. Aliás, tem um que administro. Hahahahahahahahaha! Igualzinho aqui...
E, claro, este blog que passa umas temporadas abandonado...
Ah! ainda tem mais dois, que eram pra ser inaugurados esse ano, mas, agora, fico feliz se conseguir começar no início do próximo... :P
E pronto! Tá mais do que bom. Já é mais do que euzinha possa dar conta.
Formspring, não fiz e nem vou fazer. Só respondo perguntas de quem eu gosto, quando e se estou com vontade. E se a pergunta tiver razão de ser... Pra que vou arrumar pra minha cabeça. Nunca gostei de dar satisfação pra ninguém. Além do que, vai ser um tal de fulano usar as respostas como "prova material" pras suas cobranças e o escambau. Nem!

A sessão de desapego continua...
Em sequência à faxina virtual, vem mais uma no PC.
E mais outras duas que nem sei por onde começar e, pra falar a verdade, tenho medo só de pensar... Dar fim em todas as tralhas que acumulei este ano, no meu quarto e no meu escritório... E, reorganizar toda a bagunça. Afe!
Acho bom euzinha começar logo, ou não acabo antes de o outro ano comecar...



Obs.: Repeti a imagem mesmo. Adoro!

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Tô sentindo falta de gente...



É o confinamento aqui nessa casa, até por conta da chuva, que não colabora... É o contato apenas virtual, que dá a falsa sensação de companhia, de diálogo... O que sei, é que estou cansada de falar com máquinas. Ou através delas, que seja. Até o atendimento ao cliente de muitas prestadoras de serviço... A gente consegue resolver um bocado de coisas escutando uma voz eletrônica e teclando números pelo telefone. Ou online, pelo site da prestadora...
Ando sentindo falta de gente, de contato humano, de olho no olho. E não tem nada a ver com carência afetiva não. É só cansaço dessas trocas frias...
Acho que meu tempo de silêncio, isolamento, casulo, acabou. E essa idéia me agrada! :)

Afe! Quanto gerúndio nesse post. Cruzes!
Ah! Mas não, não tô com saudade nenhuma de escutar conversa de operador de telemarketing. :D

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

O cinema também educa... Ou, pelo menos faz refletir.

Ainda que não se chegue a conclusão nenhuma...
Uma das minhas diversões preferidas é a telona, ou um filminho em casar pra relaxar. Som original, detesto dublagem...
Andei vendo uns que, pelo jeito são "macho movies".


"Superbad" é bizarro.
Deve ser o tipo de humor que funciona melhor para homens...
É uma obsessão generalizada por pênis e por sexo que ultrapassa qualquer limite de normalidade. Tudo bem, é uma comédia, tende ao exagero. Mas, tanto exagero pesa... Esse alarde todo em torno do assunto, manifesta mesmo o quanto o norte-americano médio (e sei lá se não outras populações também), embora possuam uma fachada moralista que é praticamente uma instituição nacional, são interessados e escravizados por sua sexualidade e/ou falta dela.
Nessas horas é que sou mais feliz ainda em ser mulher. Minha vida não gira em torno de criar oportunidades pra transar. Não preciso ser mais nada que nenhuma outra pra fazê-lo. O tamanho dos peitos das outras não me interessam, não preciso superá-las e nem nada do gênero.
Não entendo o fato de o homem ter tanta preocupação com o tamanho do seu pênis. Ele fica lá, guardado na cueca, nem tão em evidência em relação a seios, por exemplo. Geralmente, são perfeitamente normais em tamanho, mas o proprietário nunca concorda, sempre diminui o pobre... Deve ser por não ter uma TPM pra lhe bagunçar com os nervos...
Afe! Ser homem é muita pressão.


Invejinha pros obsecados de plantão. :P


O último filme que vi recentemente, e não recomendo, é "Trovão tropical", fora uma ou outra sacada, é non sense total.
O que mais valeu pra mim foi ver o Robert Downey Jr negro e o Tom Cruise totalmente escroto e incomível!
Nota dez pra equipe de caracterização e maquiagem pelas proezas. E para a atuação de ambos também.

Enfim, parece que há mesmo algumas diferenças básicas que vão além da anatomia... Me esforço, mas, não é tudo que entendo não...
E você, o que é que não entende do universo oposto? Tá tentando, ou já desistiu de ir além pra entender?!

terça-feira, 25 de agosto de 2009

"Agosto, mês do desgosto".


Nunca vi a coisa assim, apesar de ser um ditado antigo que minha avó materna sempre dizia... Não sou dada a superstições, mas, agosto, que pra mim era mais festivo, ficou estranho...
Agosto virou um mês que não chega a ser aziago, mas desbotou para mim, pela falta do motivo que me fazia, desde menina, apreciá-lo tanto.?! Ao ponto de esperá-lo em contagem regressiva, dia após dia...
Agosto é quando se comemora o dia dos pais. É o mês de aniversário do meu pai... Hoje, inclusive. E o que tenho dele é saudade, uma imensa, indelével e eterna saudade...

*Mas o começo de agosto é especial, dia 06... ;)

sexta-feira, 21 de agosto de 2009



"Vida, pisa devagar meu coração cuidado é frágil;
Meu coração é como vidro, como um beijo de novela"


Belchior




Senhora Vida, já entendi que é para prestar atenção, ao que sinto, ao que faço, ao que digo... Já entendi que é para fazer com atenção seja lá o que eu estiver fazendo, sair do pilto automático, tirar a armadura e estar presente. Mas, senhora vida, por favor, dê atenção ao ritmo, ao meu ritmo também. Sei que pedi, que quero, que preciso e que não há mais como postergar... But "please, be gentle". Pilote essa roda gigante com mais delicadeza, pq se continuar assim eu "vô gorfá"! 300 fichas caindo ao mesmo tempo me deixam tonta... Hellooooooooooooooooo!!!!!!!!!!!!!!

quarta-feira, 12 de agosto de 2009


*Imagem: The prince of truth - Ray Caesar

E não é que um mês depois resolvi dar o ar da graça (ou, como queiram!)?! :P
Quem não achou graça que não ria, ou pense numa piada nova!
Sim, eu estou "impossível", como diria minha avó.
Cheia de idéias e histórias pra contar. Cheia de questionamentos, sim, pq eu não vim ara responder nada! Vim pra tentar entender esse povo que vive "nessa bola estranha" chamada Terra. E por vezes, me sirvo de cenas da vida real, de coisas que coleto por aí, de relatos de quem me cruza o caminho, de momentos vouyeristas. E tudo isso me faz me perder e me encontrar num silêncio nada quieto, paridor de idéias, de dúvidas, de estranhamentos, de entranhamentos, de questionamentos e de descobertas efêmeras como é a vida.
Essa minha "preguiça de gente", esse meu "autismo voluntário" é só desculpa, uma pausa pra uma mente grávida e ávida de tudo que tem no mundo. E como é vasto esse mundo, igualmente vasta se torna a necessidade de divagar nele e dele, e de distanciar, de calar seu barulho de fora pra fazer crescer essa melodia cá dentro. Tempos, cadências, incandescências...
E assim vou, e assim venho. E segurem-se nas poltronas, pq logo vem mais.
Hoje?! Hoje não. Hoje não sei, que já me fervilha a caixa craniana, esse caldeirão que não silencia.
Hoje? Talvez.
Mas eu volto, pra comentar o que ficou não comentado, pra dividir o não dividido, pra partilhar do banquete mais recentemente digerido.
Se avexe não que eu volto.
Mas hoje, hoje só amanhã. :P

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Vou de delírio airlines, pq viajar na maionese é bom demais!


*Pintura de Mauro Andriole

E é totalmente grátis! :P

"Miguilim, Miguilim, vou ensinar o que agorinha eu sei, demais: é que a gente pode ficar sempre alegre, alegre, mesmo com toda coisa ruim que acontece acontecendo. A gente deve de poder ficar então mais alegre, mais alegre, por dentro!"

In "Manuelzão e Miguilim" de João Guimarães Rosa.

Afe! Que Guimarães Rosa é tudo de bom nessa vida e em mais quantas houver... Na pele de muitos caboclos simples de seus escritos há sempre uma sabedoria ímpar... Feito nessa fala, que é a minha cara.
Sou sim uma otimista incurável, e permanecerei assim por seculum ad seculorum, amém! :P
E conforme disse Lazarus Long: "O pessimista normalmente tem mais razão do que o otimista, mas o otimista se diverte mais e nenhum dos dois pode mudar o rumo dos acontecimentos..."
Euzinha sou assim mesmo, alegria pura, adoro uma diversão. Aliás, diversão é a minha praia.
Sempre estou lá pegando um bronze, e sem usar filtro solar, que do que é bom não quero proteção nenhuma!
Nasci mênade, o que posso fazer?! Vou aí por um desses cortejos a Dionísio e já volto.

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Desague...



Fazia tempo que não acontecia, agora parece que não é só enchente no norte e nordeste que tem não. De repente, meus olhos transboradam sem aviso prévio...
Não entendeo nem o porque. Pode ser uma música que nem me recordo ter ouvido antes, uma história qualquer que nem emocionante é, de alguém que sequer conheço, um sonho bom, um ruim, uma ida até a janela pra deixar o ar entrar, o silêncio, a multidão na rua com seu barulho...
Uma tristeza que não existe se faz presente, não sei de onde veio. Uma alegriazinha tola e passageira também me tira lágrimas... Tanto faz se há sensação boa, ruim, neutra, inexistente, tudo provoca o desague.
Não entendo, mas algo em mim quer transbordar...

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Eu queria dizer um monte de coisas...




Mas ele já disse então clique no link e leia, que era mais ou menos isso o que eu ia dizer, só que com o meu jeito... Bateu pregui. :P
Não tem simbiose nenhuma não, mas, muitas vezes a gente está numa certa sincronia, até pq não seríamos um casal não fosse assim...
Pronto, é só ler...


Ah! Hoje é feriado, aniversário da cidade onde moro, Santo André. É, grande coisa! Pois é, pra mim todo dia é feriado, ou quase, até que euzinha arrume um emprego. E que seja logo! Quero muito trabalhar!

sexta-feira, 27 de março de 2009

Deveria ou não deveria?! Eis a questão...


Resumo da ópera do dia do "Não deveria, mas mesmo assim...".

Às 13:15 hrs 80% das tarefas estavam prontas e eu almoçada.
Belisquei dois de cubinhos de banada a cada vez que terminava uma delas, claro. Deve ser recompensa por fazer o que não queria fazer...
Aí depois não aguentei e fui correndo olhar a pirâmide alimentar e dicas e mais dicas pra me alimentar melhor... Como se já não tentasse, como se não tivesse estudado isso no curso de nutrição, como se não soubesse... Aliás, como se minha cara de pau não passasse por cima de tudo isso cada vez que quisesse... :p
Até almocei saudável pra melhorar minha imagem comiguinha mesmo. Feijão fresquinho, bife e salada, que arroz é só amido e não custa reduzir um pouquinho os carboidratos... 8)
Passei mais metade do dia enrolando daqui e dali no Orkut (milagre) e entre os livros (deleite, delícia) antes de lavar as verduras, tarefa que mais detesto...
No fim da tarde não aguentei e fiz o que tinha de ser feito.
Depois, outra recompensa, fiz uma bela macarronada e enchi a cara com ela no jantar! Com as folhinhas no meio, para acalmar a consciência... :p
Ah! Consciência, essa palavrinha que tem me acompanhado muito durante os últimos tempos. Não com a conotação de "grilo falante" ao pé do ouvido, apesar de o sentido ter sido esse quando da macarronada... Ah! Consciência... Hora dessas falo das minhas experiências com ela, ou comigo, ou as duas coisas, sei lá, acho que já estou virando abóbora, ou só ficando confusa... :P
Conclusões disso tudo: apesar de o dia ter rendido e euzinha ter feito o que queria e até o que não queria, notei que, com disciplina encaro logo o que tenho de fazer e depois fico livre só pro que quero, parece que o tempo flui melhor e aproveito mais...
Bão, eu nem gosto tanto assim de junkie food, então não preciso neurar quando resolver que é dia dela... Aliás, parar de neurar, inclusive não neurar em me cobrar pra parar de neurar é uma ótima idéia... Simplesmente desencanar e ficar no agora.
Afe! Outra palavra que me persegue nos últimos tempos, A-GO-RA! Estou aprendendo a ficar nele...
Resolvi que eu mereço e vou me dar todo amor a que tenho direito, assim, o amor que chegar é bônus e a gente aproveita melhor quando não há carência. E que vou fazer as minhas vontades sem tanta pegação no meu pé, mas é claro que com disciplina, uma certa firmeza pra não virar bundalelê. Afinal de contas, ver meu pai passar tudo que passou deve ter prestado pelo menos pra isso!
Ah! Sei lá. O que dá pra notar que oscilo entre a certinha que quer ser rebelde e a rebelde que tenta ser certinha. Uma hora essa conversa chega num meio termo saudável, ou, quem sabe, já estou lá e nem sei... :D
Vou ser quem sou cada dia que for e tudo certo! ;)
Bem, com licença, que agora é banho, óleo de rosas e cama, que meu sono, ah! Esse é disciplinado que é uma coisa, ou saio daqui ou desmaio de cara no teclado, não demora muito... ;)

Não deveria, mas mesmo assim...



Hoje o dia começou atípico mais do que de costume...
Afe! Tenho mil coisas pra fazer, tarefas domésticas, saca?! Mas resolvi tirar o dia pra ficar de vadiagem pela net, pelos livros, e por enquanto não vou fazer nada do que estava na "programação" não!
O bom de passar o dia sozinha em casa é essa liberdade pra fazer as coisas na hora que quiser. Costumo ser mais disciplinada, mais organizada, mas hoje eu quero é mais fazer o que não deveria...
Hahahahahahahahahahahahahahahahahahahaha!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Hoje estou impossível e já comecei bem. O café da manhã não podia ser melhor pra inaugurar a sessão "não deveria". Um X Picanha, daqueles Hot Pocket, que eu nem gosto, industrializado com direito à gordura vegetal hidrogenada e tudo. Aquela que é a trans, mas que eles não dizem. Isso e mais aromatizantes, conservantes e todos aquels antes químicos com nomes impronunciáveis. E mais o que sobrou do suco de amora de ontem (pq eu não queria nem esquentar água pra um capuccino...) e duas cocadas pra finalizar. Não é a perfeita maravilha junkie?! :D
Aquela coisa, neurar não resolve, aliás, acho que até piora. Antes comia muito mais, muito mais bobagem inclusive e estava tudo ótimo. Agora ou minha cinturinha volta porque quer ou eu é que não vou mais esquentar minha cabeça. O negócio é desencanar e ser feliz. Essas neuras de mulherzinha moderna preocupada com aparência nem combinam comigo mesmo. Pronto, dane-se elevado à enésima potência!
Ah! Normalmente eu tomo café da manhã mais saudável, eu mesma preparo todas as refeições, evito ao máximo os industrializados, gosto de cozinhar, faço isso bem e feliz da vida, mas hoje simplesmente bateu uma pregui...
Foi algo do tipo conquista masculina despretenciosa. Assim, o cara está lá, até com vontade de pegar alguém, mas não quer todo o trabalho de gastar uma conversa boa, fazer todo aquele joguinho de sedução só pra agradar mulher. Aí tem lá uma baranguinha no canto. Tá, ela é mais ou menos, dá menos trabalho e o resultado é o mesmo... Ela já está olhando pra ele faz tempo, então ele chega, fala uma bobagem qualquer, ela sorri, ele agarra e parte pro amasso.
Hahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahaha!!!!!!!!!!!!!!!!!
Quanto machismo nesse mundo, Monyzinha! :P
É, é mesmo, falei bobagem. Não deveria, mas hoje é assim que vai. Falei e pronto! :P
Bom, pelo coeficiente de tralha que eu comecei ingerindo e dizendo, o dia hoje rende! :P
Ah! Eu nunca passo do meu limite mesmo, então, as bobagens serão controladas só até o nível do que me permito. Claro!
Ainda é bom que assim saio de vez do esteriótipo de florzinha que o povo tenta dizer que sou eu! Eu não sou certinha, vocês é que fazem uma imagem errada de mim! :p
Bom pra variar. Bom pra rir... Não que eu já não seja um sorriso ambulante, mas rir "é o melhor remédio". Então, como não tô doente nem nada, bóra pra dose preventiva.

sexta-feira, 6 de março de 2009

Aritimética...




O sumiço todo é pq ainda estou calculando...
É pq ainda não conquistei o dia com 48 horas...
Creio que logo retorno com boas notícias.
Desejem-me sorte. Sim, pq eu a tenho e pq tenho mais outros atributos pra buscar o que quero!
Beijoconas mil pra vocês, meus amores.

domingo, 1 de fevereiro de 2009

O implacável tempo rei.





Tenho boas ideias para o futuro, boas perspectivas e tudo mais... Só penso que o tempo tem andado, aliás, voado...
Ainda consigo ouvir os fogos do revéllión e já acabamos janeiro! :o

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Novidade?!




Certas coisas mudam, outras, entra ano e sai ano e nenhuma diferença...
Algo assim como meus sumiços... :P
Mas o motivo é bom, ano novo, vida nova, agitação, muitas idéias na cabeça que em breve vão virar muita história pra contar. ;)
Me aguardem!

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Pela paz mundial...




Se você está estressado cante esta canção, ou a ouça até o final, por favor...
Afe!
É agressão gratuita no Orkut, na rua, em tudo que é canto. Eu quero da vida mais bom humor, mais gentileza, mais respeito... Felizmente eu tenho, recebo generosas doses todos os dias. Desejo que todos tenham também. :)


Não, ninguém me ofendeu, mas é que a temporada de caça injustificada me cansa, sabe?!
Eu até poderia fazer um post mais profundo a respeito, mas minha vontade de não ter de me deparar mais com isso até me impede de falar mais, pq dizem que a palavra tem poder. Então, se é pra atrair, que sejam coisas boas! ;)
Então, bóra lá: PPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAZZZZZZZZZZZZZZZZZZZ!!!!!!!!!!
PAZ!



PS:A versão dos Muppets também é muito boa, adoro! Mas AMO Sésame Street!

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Contradições...




Eu sou feliz demais, assim de graça, por natureza, mesmo quando as coisas não estão tão coloridas... Não, não sou Poliana, nem Teletubbie. Só me respeito. Exercito meu poder de opção. O mundo é o mundo, como é, talvez não como se queira, mas eu posso ser o que quero, escolher o que quero em minha vida.
Fiquei em silêncio esses dias, o que não é tão anormal assim,( aliás, é quase uma praxe), por conta dos acontecimentos de semana passada pra cá.
Não, não são acontecimentos internos, eles estiveram e estão em todos os noticiários. De vez em quando emerjo do meu reino profundo pra respirar, coloco a cabeça pra fora e ouço os sons do mundo exterior. Não, eu não sou uma alienada, se bem que, quem quiser achar que ache, eu sou o que sou e estou muito feliz com isso...
Eis que os sons exteriores andam numa desarmonia que parece ter três orquestras distintas tocando melodias descompassadas e igualmente distintas. É a dissonância total! Eu tenho ouvidos sensíveis, sabe? São decibéis cinzas demais, funestos demais para tímpanos tão delicados e ávidos por furtacores, por iridescências...
Meu compromisso com a felicidade não me permite introjetar esses sons. É de um agudo contundente demais saber das atrocidades humanas. Eu ainda prefiro colocar minha atenção nas coisas leves, na beleza que existe, no divertido, no lírico, nas palhetas aquareladas do idealismo, da ética, da espontaneidade e da essência divina do humano.
Eu ouço os sons dos becos, das encruzilhadas, mas não me envolvo com eles, não vasculho os escombros dos detalhes, não fico no "e se" daquilo que não tem volta. Não, pq isso é uma opção. Não vou intoxicar minha alma com isso, não vou contaminar minha visão e me sujeitar a ver o feio onde o feio não existe, ser uma caçadora da maldade. Não, eu não.
Sinto pelas famílias roubadas pela violência, roubadas no que lhes é mais precioso, seus entes queridos. É mesmo triste. É muito triste mas não me pertence.
Não me pertence um mundo de barbáries, pq eu tenho em mim um coração cheio de amor e é nisso que eu acredito. É ao que eu acredito que vou dar forças, pois tudo onde se põe atenção cresce. Por que não deixar florescerem os bons sentimentos? Os bons pensamentos, as boas obras, as boas ações?
É nisso que tenho me empenhado...
Dia desses eu até ri, tamanho meu treino, tem dado certo o ignorar. Meu contentamento era tanto que pela primeira vez ignorei a desagradável música alta que tocava na obra aqui em frente. Minha mãe é que me chamou atenção com uma frase: "Que horror de música!" Foi então é que notei que nem tinha percebido. Vi que funcionou meu treino. Que alegria! Pq, "levante a mão quem sabe fazer amor", afe! Que levante o que quiser, mas, com discrição, lá no seu canto, não pra eu ouvir... Não sou obrigada a ceder aos apelos erótico-auditivos alheios, os meus são mais refinados...(Mas isso é outro assunto.)
Sim, eu prefiro olhar pro outro lado, pra o que pode ser feito para que essa realidade se transforme numa mais harmônica, digerível e antes disso, saboreável com prazer.
Não, o passado não me interessa, talvez a parte boa, convertida em lembranças, essa sim. Mas meu tempo é o hoje. O que já foi já foi. O que podemos fazer para que venha o que merecemos ver? O que já estão fazendo? Em que posso ajudar? É nisso que penso, é com isso que quero me impregnar. É por isso que fui professora, é isso o que busco na nova carreira. Acredito sim em fazer a diferença, ainda que para poucos, qualquer diferença me basta.
O que não basta é ficar no desânimo. Eu sei que é uma prática diária, uma conquista diária dizer não a ele diante de todas as situações que estão aí. E que eu vejo sim, só me recuso a me aprofundar nelas.
Pra falar a verdade, não há quem não desanime, nem que por alguns minutos ou horas, por conta da avalanche de desgraceira, especialmente a da última semana... E, nesse sentido, uma das coisas que mais sinto falta é da propagação das boas notícias.
Eu sei que elas existem, mas, a mídia insiste em fazer sensacionalismo em cima das desgraças, vende mais, rende mais e não é nem preciso procurar muito. Em tempos de individualismo desmedido, falta de respeito humano e desigaldade social gritante, fica fácil. E fica até mais palatável a povos criados dentro da cultura judaico-cristã, onde a idéia de ser feliz soa quase como um pecado mortal.
A questão é que, a vida segue para quem não morreu, ou, para quem não se deixa morrer em vida. Então, o desânimo pode se caracterizar até como um ato de rebeldia, quando bem dosado. Um ato de auto-preservação também. Já quando vira rotina, quando perdura demais, soa a estagnação e a pessoa cai no esquecimento também, pq não há coisa que o ser humano suporte menos do que o silêncio. Esse medo de estar só consigo mesmo... Pq há como camuflar-se de si nos barulhos mundanos, mas não há como fugir de si quando só o silêncio paira no ar. Sou dada a silêncios e sei bem disso. O silêncio é o componente mais poderoso da impopularidade. (Salvo Chaplin.)
Como não sou algo em tempo integral, um adjetivo só em absoluto, e antes de mais nada, contraditória como todo ser humano, sou do tipo ruidosa, e seja o ruído coerente ou não, bom ou não, há um séquito quando há alarido e, quando muito uma companhia quando sou silêncio... Sim, as pessoas querem ouvir, não a si, mas ao mundo. Aliás, nem ao mundo. As pessoas não ouvem ninguém, na real acepção da palavra, elas escutam. Escutam ruídos e os traduzem segundo a sua melodia interna, aquela construída a partir de suas vivências, vitórias e dissabores... No fim, ninguém ouve ninguém, (são poucos os lúcidos) só à sua própria música incidental através do instrumento alheio.
Se é pra ser assim, já escolhi o meu, e ele tem todas as cores, com destaque para as com menos tons de cinza e preto.
Eu que reclamava, descobri que não era sina, era bênção. Abençoado ascendente em Peixes!




P.S.: Eu sei que baleia NÃO é peixe!
Falando nelas, quem quiser vê-las é só clicar.

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Flores do pântano...




Recém me recupero de ter assistido "La môme", ou, como chamam no Brasil, "Piaf - Um hino ao amor". Confesso que o nome escolhido para nosso país está um tanto quanto equivocado. Há que se colocar um clichê fofo, um glacê cor de rosa (ainda que se perceba que está rançoso, depois de levado à boca) pra vender. É como se o país fosse feito de idiotas Telletubies que não aguentam o baque de uma história real, densa, com o demasiadamente humano em fratura exposta... Douram a pílula, mas, pílula é pílula, cacete!
Bem, mas nem era disso que ia dizer. Ops! Era, tanto que disse, mas, esse não é o foco principal. Mas um título desses dá a entender que a vida da franzina de voz monumental era um mar de rosas, quando isso é só o que nunca aconteceu.Aliás, PQP! Vá sofrer assim lá adiante!
Marion Cotillard deixa qualquer um perplexo com sua atuação. FIQUEI PASMA! Virei fã!
A trilha sonora é um desbunde, também, não era pra menos. A "pequena pardal" com sua voz inigualável, as músicas francesas mais lindas e carregadas de sentimento que conheço... (Sou feliz por ter crescido ouvindo suas canções...)Não deixarei aqui toda a ficha técnica pq isso aqui não é um site de crítica de arte. (Se bem que, pagando bem, que mal tem?!)
Afora a melancolia que ao acordar já passou, fica em mim mais uma vez uma estranha impressão. Uma impressão que confesso dói ter, e mais ainda dói comprovar nas histórias de muitas das grandes estrelas da música que tanto admirei.
Que impressão?! A de que as mais belas flores nascem das dores. O que leva cantoras fantásticas como Billie Holiday, Maysa, Cássia Eller, Edith Piaf e tantas outras, ao submundo, ao exagero, às drogas, aos vícios, à auto-destruição?! A beleza de uma obra só se consegue assim?! Ou será que cantar era o que lhes eximia momentaneamente da dor?! A vida tem tantas cores, porque justo a dessas divas foi tão cinza, tão irremediavelmente densa, dolorosa, trágica?! Elas não estão aqui pra contar...
No eixo masculino também há muitos, só me ocorre agora Elvis, Morrison e Cazuza, mas sei que há muitos.
O ponto comum de quase todos foi uma infância difícil em algum sentido. (A de cazuza, ao que sei, não.) Mas também foi a de Chaplin, que deixo uma linda obra e uma história mais profícua.
Nathalie Cole conseguiu reverter o quadro, torço para que Amy Winehouse também.
Consigo sentir a beleza no que deixaram as flores do pântano, mas não consigo entender a opção pela lama ao invés de outras paisagens...
Isso não é um julgamento, apenas a manifestação da minha incompreensão de alguns aspectos do demasiadamente humano. Não compreendo e, felizmente, jamais saberei o que é estar lá. Mas sinto isso uma tristeza pelo que deixaram de experimentar, de produzir. Não gosto de cor de rosa, mas tudo o que é monocromático tem em mim uma referência tediosa e triste.
Quando é que o ser humano aprendeu que amor tem de rimar com dor? Ou que amar-se é proibido? Porque a fuga está ligada à auto-destruição? Porque a beleza, nesses casos vem da tristeza?

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Biocrisias. Hipografias. Ops! Biografias...





Estive pensando, interessante como as pessoas gostam de escrever auto-biografias... Mas será que elas têm coragem de admitir nelas o seu lado mais sombrio, as cagadas que fizeram, consciente e ou inconscientemente, suas maldades, suas maiores misérias, ou fica tudo bem encaixotado e escondido no formato de conteúdo empoeirado em seus porões psíquicos?! E pior, renegado, ocultado, ainda que lembrado.
Confesso que o universo feminino tem me encantado mais ultimamente, por conta de algumas tantas corajosas que botam a cara pra bater sem pudores, sem meias palavras e sem medo de serem o que são.
Já retratei isso aqui quando falava de Elza Soares, mulher forte que enfrentou infernos e não esconde de ninguém. Mas andei vendo outros rostos, Amy Winehouse tão comentada, tão criticada, tão notícia. Se está no fundo de poço, está no que é dela e sai a hora que quiser. Consigo ver força nessa mulher, força admirável. Talvez não canalizada pro modo que estamos habituados a ver como certo, mas rende. Não, não falo em cifrões, rende arte. E, de alguma maneira, deve render pra ela em crescimento.
Seu último álbum, "Back to black", que o colocou nas paradas mundiais, é totalmente auto-biográfico. Retrata a fase onde seu relacionamento amoroso com o atual marido havia acabado. A fase overdown foi corajosamente transcrita música a música e ficou belíssima...
É de se admirar uma iniciativa dessas, quando a vaidade chega a índices astronômicos, alguém que coloca sua vida assim exposta, certa do seu "filme queimado" e que consegue fazer sucesso com isso. E que consegue algo muito maior que o sucesso, ser autêntica consigo mesma. Ser quem é de verdade. (Clap, clap, clap!)
Ontem me surpreendi com outra mulher que não havia me chamado atenção por mais de cinco minutos com sua atuação em novelas. Atuação aliás muito boa, eu é que não tenho paciência para novelas...
Assisti à uma entrevista de Cássia Kiss para Marilia Gabriela. Fiquei de queixo caído com a naturalidade com que a atriz falou sobre sua companheira depressão, companheira de toda uma vida (50 anos, e)somente há 3 anos em tratamento. Pasmei com a serenidade que falava sobre sua incursão no mundo das drogas, na falta que fazia a si mesma, na baixa-estima, na não presença em si. Nos efeitos da maternidade, na auto-descoberta... (Clap, clap, clap!)
Ganhou meu respeito, minha admiração.
Em tempos onde o hit é a cirurgia plástica, a beleza a todo custo, não importa se fake; é uma alegria ver mulheres que mostram que não há lipoaspiração para alma e ainda assim ela é o que temos de mais belo!
Começo a gostar mais de ser mulher. Quando crescer quero ter essa coragem!

Mulher, teu nome é verdade!